Lixo, bancos e balanço quebrado denunciam o abanodono. Em espaço de lazer, moram 17 famílias. Neste domingo, moradores realizarão ato
Felipe Ribeiro
De acordo com a Prefeitura do Recife, a obra que começou em maio do ano passado teria contemplado o sistema de drenagem, recuperação de bancos, calçadas, quadra, pista de skate, brinquedos e quiosques. No próximo domingo, às 10h, um grupo de amigos e moradores da rua realizará um ato intitulado Viver a Aurora para coletar sugestões e chamar a atenção da sociedade e do poder público para a importância do debate sobre o uso público da área, bem como reivindicar melhorias das condições de urbanização, segurança e limpeza da via.
Em visita ao local, a equipe de reportagem da Folha de Pernambuco encontrou vários equipamentos quebrados. Parte do calçamento no fim da Ponte do Limoeiro está completamente danificado, além de banheiros sujos e sem estrutura, poste de iluminação caído e equipamentos de cisterna e água sem cadeados. Uma parte da fiação da estrutura da caixa d’água parece ter sido destruída ou furtada.
Os problemas vão além: não há manutenção nos monumentos, como a obra de Abelardo da Hora datada de 2002, fixada em estrutura de mármore em frente ao prédio do Banco Central. A peça era uma das que estavam previstas para passar por reparos e limpeza. “Tem muito lixo no chão, dejetos humanos e a gente ainda fica com medo de andar porque não vemos policiamento”, critica a operadora de telemarketing, Carla Alves.
Moradores de rua
Em visita ao local, a equipe de reportagem da Folha de Pernambuco encontrou vários equipamentos quebrados. Parte do calçamento no fim da Ponte do Limoeiro está completamente danificado, além de banheiros sujos e sem estrutura, poste de iluminação caído e equipamentos de cisterna e água sem cadeados. Uma parte da fiação da estrutura da caixa d’água parece ter sido destruída ou furtada.
Os problemas vão além: não há manutenção nos monumentos, como a obra de Abelardo da Hora datada de 2002, fixada em estrutura de mármore em frente ao prédio do Banco Central. A peça era uma das que estavam previstas para passar por reparos e limpeza. “Tem muito lixo no chão, dejetos humanos e a gente ainda fica com medo de andar porque não vemos policiamento”, critica a operadora de telemarketing, Carla Alves.
Moradores de rua
Os dois coretos da área de passeio da Aurora, inicialmente destinados para serem áreas de lazer, estão ocupados por 17 famílias moradoras de rua. Algumas pessoas relatam que não têm auxílio-moradia e que deram os dados pessoais para que a Prefeitura do Recife fizesse os documentos de identificação há quatro meses. Porém, até o momento, não tiveram retorno.
Avisados sobre as famílias, o Instituto de Assistência Social e Cidadania (Iasc) informou que repassará a situação para os agentes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), responsáveis por conversar com os moradores e encaminhar para consultórios, institutos de documentação e abrigos.
Procurada pela Folha, a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) disse que enviaria equipes à rua da Aurora, ainda ontem, para verificar as denúncias. O órgão garantiu que vem realizando as manutenções. Por meio de nota, ressaltou ainda que as esculturas e monumentos como o Caranguejo e o Tortura Nunca Mais "passaram por remoção de ferrugem, sujeira, trocada parte danificada e receberam aplicação de produtos para revitalização, no mês de janeiro".
Avisados sobre as famílias, o Instituto de Assistência Social e Cidadania (Iasc) informou que repassará a situação para os agentes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), responsáveis por conversar com os moradores e encaminhar para consultórios, institutos de documentação e abrigos.
Procurada pela Folha, a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) disse que enviaria equipes à rua da Aurora, ainda ontem, para verificar as denúncias. O órgão garantiu que vem realizando as manutenções. Por meio de nota, ressaltou ainda que as esculturas e monumentos como o Caranguejo e o Tortura Nunca Mais "passaram por remoção de ferrugem, sujeira, trocada parte danificada e receberam aplicação de produtos para revitalização, no mês de janeiro".
Folha PE
Nota do Editor:
Acho que durou muito, depois da recuperação estive lá, tirei fotos, escrevi um artigo e falei que não duraria 3 meses para estar tudo destruído. Durou 7, já é uma grande vitória.
Não tem jeito o recifense é um destruidor compulsivo, e a culpa maior é dos próprios moradores da Rua da Aurora que não se unem para adotar realmente esse parque, a prefeitura sozinha nunca vai conseguir manter os parques e as praças, é por isso que todos estes equipamento da cidade estão inacabados, ou destruídos, podemos contar nos dedos os que a população ajuda e está em razoável condição.
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