O redesenho do projeto prevê a criação de um complexo de oportunidades e negócios. Três polos (do Forte, Grande Praça e Cabanga) distribuídos estrategicamente em todo o terreno movimentarão a região propondo atividades turísticas, culturais, históricas, de eventos, comércio, gastronomia, serviços empresariais, habitação e entretenimento.
Foram criados, ainda, espaços de convivência entre vias e frente d´agua de apoio aos usuários dos empreendimentos e moradores. O projeto destina área pública de 10.600m² para uso ativo de comércio e serviços.
Com esse fluxo permanente de pessoas, será gerada renda em razão da multiplicidade de atividades econômicas inseridas no programa urbanístico da área.
A região receberá mais de R$ 62 milhões em obras e intervenções mitigadoras. Trata-se do maior montante já investido na Cidade por uma empresa privada na Capital pernambucana.
Durante a implantação do projeto, serão gerados seis mil empregos, e após a conclusão dois mil diretos permanentes. Os investimentos totais alocarão cerca de R$ 1,5 bilhão na economia do Recife.
Estão previstos R$ 40 milhões em geração de tributos pela Prefeitura do Recife decorrentes do Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI), e sete milhões anuais de Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU).
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